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Princípios do Cooperativismo

São sete os princípios estabelecidos no século XIX e que norteiam até hoje qualquer cooperativa no mundo:

1. Adesão e desligamento voluntários: As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços, sem discriminação de sexo, classe, raça, política e religião.

2. Gestão democrática pelos membros: Os membros controlam a cooperativa e participam ativamente da formulação das políticas e da tomada de decisões. Os eleitos como representantes dos demais membros são responsáveis perante estes.

3. Participação econômica dos membros: Os cooperados contribuem equitativamente para o capital e controlam-no democraticamente. Parte desse capital é propriedade comum da cooperativa. Os membros recebem, habitualmente, uma remuneração limitada ao capital integralizado, como condição de sua adesão. Os excedentes destinam-se a uma ou mais das seguintes finalidades: a) desenvolvimento das suas cooperativas, eventualmente através da criação de reservas, parte das quais, pelo menos, será indivisível; b) benefício aos membros, na proporção das suas transações com a cooperativa; c) apoio a outras atividades aprovadas pelos membros.

4. Autonomia e independência: Se a cooperativa firma acordo com outras organizações, incluindo instituições públicas, ou recorre a capital externo, deve fazê-lo em condições que assegure o controle democrático pelos seus membros e mantenha a autonomia da cooperativa.

5. Educação, formação e informação: As cooperativas promovem a educação e a formação dos seus membros, dos representantes eleitos e dos trabalhadores. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação.

6. Cooperação entre cooperativas: É lema das cooperativas atuarem em conjunto, através de suas representações locais, regionais, nacionais e internacionais. Tudo isso para dar força ao movimento cooperativista.

7. Interesse pela comunidade: As cooperativas devem trabalhar para o desenvolvimento sustentável das suas comunidades. Para tanto, aprovam políticas sociais junto a seus membros.